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Monte Alegre de Sergipe, Sergipe - Genealogia

Fonte: FamilySearch Wiki
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Brasil Gotoarrow.png Sergipe Gotoarrow.png Monte Alegre de Sergipe

(Inclua nesta página dados deste município. As informações em itálico são apenas orientações e deverão ser suprimidas assim que os conteúdos forem incluídos.)


Sergipe Municip Monte Alegre de Sergipe.svg.png

Localização: Mesorregião Sertão Sergipano
                   Microrregião Sergipana do Sertão do São Francisco
Área: 407 km²
Distância da Capital: 156Km

Datas
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(Inclua datas históricas relacionadas ao município, como data de fundação, emancipação política, etc.)

Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Monte Alegre de Sergipe, em 25 de novembro de 1953, desmembrado de Nossa Senhora da Glória.

Antigas Denominações
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(Inclua antigos nomes que o município tenha tido.)

Municípios Circunvizinhos
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De acordo com o mapa do IBGE:

Localidades
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(Inclua sublocalidades do município que sejam significativas, tais como povoados, fazendas, estâncias, etc.)

História
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(Inclua um breve resumo histórico sobre o município, destacando os fatos que se relacionem ou que facilitem de alguma forma a pesquisa genealógica na localidade.)

As terras que hoje abrangem Monte Alegre de Sergipe, a 156 quilômetros de Aracaju, pertenciam a Porto da Folha, município colonizado por Tomás Bermudes. Diz a tradição que o primeiro núcleo populacional que deu origem ao povoado foi fundado no final do século XIX, em uma fazenda localizada às margens da estrada que liga Nossa Senhora da Glória a Porto da Folha.

A história de Monte Alegre de Sergipe, como de todo Alto Sertão Sergipano, está atrelada à criação de gado bovino, de forma que no passado, no período colonial, muitos entradistas desbravaram o sertão sergipano através do Rio São Francisco em busca de riquezas minerais. E assim se estabeleceram e, graças às doações de sesmaria recebidas, trouxeram o gado tornando-se grandes latifundiários. Essas propriedades eram, sempre, administradas por vaqueiros e sua remuneração era através da quarteação, isto é, um quarto dos bezerros e potros que nasciam. O sertão, onde o clima semiárido é típico, sempre foi vítima de secas prolongadas, o que levou os sertanejos a se aventurarem em diversas regiões do país, principalmente para os centros urbanos em busca de trabalho e melhores condições de vida. Essa região dos “currais”, como denomina o autor também foi alvo do cangaço, grupo de cangaceiros armados por vezes liderados por Virgulino Ferreira da Silva, vulgo Lampião, que assustavam os moradores da região. Esse foi um fator que chegou a despovoar muitas localidades.

Mas foi no final do século XIX, segundo a tradição, que originou o primeiro núcleo populacional, às margens de uma estrada carroçável que ligava os municípios de Pão de Açúcar, Porto da Folha e Nossa Senhora da Glória, este último do qual o pequeno povoado veio fazer parte a partir de 1932. E foi assim que muitas pessoas chegaram e fixaram-se na região. A cidade, por ter sido formada em uma área de encontro de viajantes de várias regiões, é constituída de forma heterogênea, mas principalmente por pessoas dos municípios de Porto da Folha, Aquidabã e Carira e outros baianos e mais recentemente por pernambucanos, de acordo com populares e conhecedores da história. Esse ponto de encontro era realizado embaixo de uma grande árvore frondosa, numa encruzilhada, segundo o professor Eloy, nas proximidades do que hoje é a Praça Deputado Passos Porto, ao lado da casa de José Inácio de Farias, fundador da cidade, proprietário das terras que atualmente comporta a sede municipal, no qual foi realizada a primeira feira livre de Monte Alegre, em 29 de Janeiro de 1929 e foi abatido um carneiro, um porco e um boi. E assim, durante todos os domingos a feira foi realizada, com a comercialização de carnes e outros itens agrícolas e por meio da troca de queijo – produto típico da região – por tecido. Essa prática era bastante corriqueira, uma vez que muitas pessoas da época viviam do escambo de produtos. O tecido era procedente de Porto da Folha e era trazido no “lombo” dos burros. E o queijo era trazido da Lagoa dos Bichos e de Monte Alegre Velho.

Outro produto da época, presente na culinária nos dias de hoje, mas que não tinha valor de troca era o requeijão de Fazendo ou Requeijão do Sertão. As pessoas que faziam eram aquelas mais abastadas onde conseguiam obter uma quantidade de leite considerável para produzi-lo e ele era usado como presente que os afilhados davam aos padrinhos de batismo na Semana Santa. O solo era cultivado para plantar milho, feijão e algodão entre outros, estes dois primeiros ainda presentes na agricultura atual. Nessa época existiam poucas casas, no entanto já havia certo arruamento. A primeira construção religiosa foi erguida em frente ao que atualmente é a prefeitura.

A existência desses produtos - o queijo e o requeijão do sertão - demonstra a típica presença do gado trazido pelos colonizadores e desbravadores que foi se distanciando do litoral devido ao plantio da cana-de-açúcar, no período colonial, de acordo com Andrade (2005) e fortalece a ideia de que a toponímia do município está relacionada à influência de grandes proprietários de terra e criadores de gado bovino no passado para as proximidades do Rio São Francisco, já que seu nome foi inspirado numa fazenda de Antônio Machado Cabelê, que se chamava Monte Alegre. Ele se reuniu com outros fazendeiros e decidiram nomear a nova povoação de Monte Alegre, porque no local existia um pequeno monte considerado bonito e alegre. A partir daí sua fazenda passou a ser conhecida como Monte Alegre Velho.

O solo era cultivado para plantar milho, feijão e algodão entre outros, estes dois primeiros ainda presentes na agricultura atual.

Algo de grande importância em que, ao falar da história da cidade, os mais velhos sempre se recordam com lembranças dos tempos em que eram jovens, era o famoso “Tanque Velho” que segundo eles havia sido construído por alguns fazendeiros donos de terras em uma área comum no intuito de abastecer a população local bem como ser utilizado para o gado nas épocas em que as chuvas eram escassas. As crianças brincavam e se divertiam enquanto as mulheres lavavam roupas. Com o crescimento da cidade o açude foi intensamente degradado e hoje encontra-se aterrado servindo de terrenos para a construção de casas.

Através de alguns registros conta-se que o primeiro habitante da região foi o baiano de Jeremoabo, Januário da Costa Farias, que fugira do seu município por ser discípulo de Antônio Conselheiro e está sendo jurado de morte. O seu filho, José Inácio de Farias, é tido como fundador do município. Ele foi responsável por doar terras para a construção de casas onde atualmente situa-se a cidade.

Famílias Tradicionais
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(Relacione as famílias mais antigas e tradicionais do município, por ordem alfabética de sobrenome e separado por vírgulas.)

Instituições
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Cartórios de Registro Civil, Notas e similares
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(Inclua as unidades cartoriais do município, bem como endereço, telefone, e-mails e links para páginas virtuais, se houver.)

Cartório Ofício Único

Praça José Inácio de Farias, 72 Centro

Cep: 49690-000

Fone: (79) 3318-1634

Email: cartoriomontealegre@yahoo.com.br

Cemitérios
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(Inclua o(s) nome(s) do(s) cemitério(s) do município, tanto públicos quanto particulares, bem como endereço, telefone, e-mails e links para páginas virtuais, se houver)

Centros de História da Família
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(Inclua o(s) nome(s) do(s) Centro(s) de História da Família existente(s) no município. Utilize a opção Inserir Hiperlink para ligá-lo à página do Centro na Wiki.)

Locais de Registros Religiosos
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(Inclua as igrejas e outras instituições ligadas a estas, como dioceses, arquidioceses e escritórios, existentes no municípios, bem como endereço, telefone, e-mails e links para páginas virtuais, se houver.)

Paróquia do Sagrado Coração de Jesus

Praça da Matriz, s/n Centro

Cep: 49690-000

Outros Locais e Instituições
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(Inclua Associações, Arquivos Públicos, Bibliotecas, Institutos Históricos, Museus, Prefeituras e qualquer outra instituição que possa conter acervo de interesse para a História da Família ou que possa servir de meio para contato no município; inclua endereços, telefones para contato, e-mails e links para páginas virtuais, se houver. Relacione-os em ordem alfabética.)

Outros Recursos de Pesquisa
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(Inclua outros recursos que possam ser utilizados para pesquisa específica no município, como comunidades online, páginas pessoais, etc.)

Bibliografias
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(Inclua livros já publicados relacionados à localidade.)

Referências
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Monte_Alegre_de_Sergipe
http://cod.ibge.gov.br/23774
sergipe_alagoas.jpg